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IMPOSTÔMETRO ATINGE A MARCA DE R$ 1 TRILHÃO DE 1º. DE JANEIRO A 29 DE JUNHO DE 2015


 

Até o fim de 2015, cada brasileiro terá pago R$ 10,3 mil em tributos

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Onze dias antes de 2014, Impostômetro chega à marca de R$ 1 trilhão de tributos nesta segunda-feira; ano de 2015 deve fechar com arrecadação de R$ 2,07 trilhões

São Paulo, 29 de junho de 2015. Hoje é Dia de São Pedro. Um dos santos celebrados no mês, ele é conhecido por fazer chover. Por isso, com o tema “Arraiá do Trilhão – São Pedro... Socorro! Ta chovendo imposto”, a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) promove uma mobilização chamando atenção para a marca de R$ 1 trilhão do Impostômetro – ela será alcançada próximo das 12h20 e se refere ao total de tributos arrecadados em todo o País nas três esferas de governo. No ano passado, este valor foi registrado somente no dia 10 de julho, mostrando - mais uma vez - como é alta a tributação.

“Esse trilhão de tributos arrecadados vem do bolso de todos os brasileiros, de todas as partes do país. Por isso, precisamos nos unir nesta luta por uma tributação mais justa e equânime”, afirma Alencar Burti, presidente da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que fica na Rua Boa Vista, centro da capital paulista, o Impostômetro registra em tempo real a arrecadação total de impostos, taxas e contribuições, evidenciando o quanto a população paga de tributos sobre o consumo, o patrimônio e a renda. Assim, a importância de se cobrar dos governantes a melhor administração dos recursos públicos fica bem clara.

O que dá para fazer
De acordo com estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) para a marca de R$1 trilhão do Impostômetro, esse valor é suficiente para construir mais de 45 milhões de casas populares de 40 m², implantar 80 milhões de salas de aula equipadas, asfaltar mais de 900 mil quilômetros de estradas ou garantir o fornecimento de medicamentos à população brasileira por mais de 400 meses.

Se o valor arrecadado fosse convertido em notas de R$1, seria possível empilhá-las na altura de 3.333.333 edifícios com 100 andares cada um; preencher a metragem quadrada de 1.443.000 estádios de futebol equivalentes ao Maracanã ou a metragem quadrada de oito cidades do tamanho de São Paulo.

Quanto cada consumidor paga
A pesquisa informa que o Impostômetro tem registrado recordes sucessivos de arrecadação tributária na última década. E revela que a média de arrecadação diária totaliza R$ 5,55 bilhões, sendo que por segundo é arrecadado o valor de R$ 64.300,41. Até 29 de junho de 2015, cada brasileiro já pagou R$ 4.980,50 em tributos. Até o final do ano, cada cidadão terá pago aproximadamente R$ 10.298,50.

“No Brasil a arrecadação é muito calcada no consumo - o ICMS, por exemplo, é o tributo que tem a maior participação na arrecadação, incidindo sobre todos os impostos já embutidos em fases anteriores. Essa forte tributação sobre o consumo faz com que as parcelas da população com menor renda paguem proporcionalmente mais imposto do que as outras porque essas destinam quase toda sua renda aos itens de consumo”, avalia Alencar Burti.

Final do ano: R$ 2,07 trilhões
O estudo do IBPT indica que o Brasil fechará o ano de 2015 com arrecadação próxima dos R$ 2,07 trilhões, um crescimento nominal de aproximadamente 5,8% sobre 2014. Já a queda real é de 2,5% (tirando-se o efeito da inflação medida pelo IPCA). Por isto que, apesar do recuo da atividade econômica brasileira, há o crescimento nominal da arrecadação.

“O mais preocupante é o aumento nominal da arrecadação, com a economia em plena recessão. Isso significa que a drenagem de recursos do setor privado pelo setor público se elevou”, afirma Alencar Burti. Segundo ele, esse aumento se deve, principalmente, a três fatores:

-inflação: a maior parte dos impostos são sobre o consumo – como os preços dos produtos para consumo estão aumentando, o mesmo ocorre com os tributos pagos;

-itens com tributação elevada: a tarifa de energia elétrica, por exemplo, apresentou elevação de tributos, aumentando, assim, a arrecadação;

-aumento de impostos como IOF, imposto sobre importação, IPI e a volta da Cide, apesar da forte desaceleração de produção e vendas.

“Embora o País esteja atravessando um cenário de crise, com retrocesso da atividade econômica que tem afetado todos os setores, a arrecadação aumenta significativamente, sem, contudo, observarmos um retorno eficiente desses valores à população”, comenta o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

Tributos: participação
De todo o valor destinado aos cofres públicos até o dia 29 de junho, o ICMS é o tributo que tem a maior participação, equivalendo a 18,41% da arrecadação total, seguido da contribuição previdenciária para o INSS (16,09%), Imposto de Renda (15,57%) e Cofins (9,36%).

Nova metodologia
A comparação da marca do trilhão em 2015 com 2014 já segue a nova metodologia, utilizada pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) desde maio deste ano para abastecer o Impostômetro. Ela decorre da alteração da forma de medição da tributação, em função da mudança na metodologia do cálculo do PIB implementada em março pelo IBGE. Com isso, os valores exibidos pelo painel passaram a considerar novos dados de arrecadação de Imposto de Renda Retido dos funcionários públicos estaduais e municipais e novas taxas e contribuições federais determinadas pela Lei nº 13.080/2015 (arrecadações de entidades e fundos como contribuições para o Sistema S, FNDE, INCRA, DPC, APEX-BR e ABDI). Também foram incluídas arrecadações de municípios que não estavam sendo informadas à Secretaria do Tesouro Nacional.

Tributos juninos
Nem nas festas juninas o consumidor escapa, já que é alta a carga tributária embutida no preço dos quitutes da época. Conforme levantamento do IBPT, os itens mais tributados são as bebidas, como o quentão, que tem 61,56% de tributos, o vinho quente (54,73%) e o refrigerante, nas versões lata (46,47%) e garrafa (44,55%).

Também chamam a atenção cargas de produtos típicos como cocada, paçoca, pé de moleque ou amendoim, todos com 36,54% de carga tributária. No caso da pipoca, são 34,99% e, no pinhão, 24,07%.

No caso das roupas típicas, os encargos chegam a 34,67% na camisa xadrez e no vestido, 33,95% no chapéu de palha e 36,17% na bota de caubói. Os fogos de artifício também possuem elevada incidência tributária, de 61,56%.

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Mais informações:
Ana Cecília Panizza
Assessoria de Imprensa
apanizza@acsp.com.br
(11) 3180-3220 / 97497-0287


Sobre a Facesp: A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), com 51 anos de existência, promove a união das "forças vivas" do Estado de São Paulo, estimulando os empreendedores paulistas a participar da vida política, econômica e social do Estado e do País. É uma entidade de âmbito estadual, com a missão de integrar o empresariado paulista por meio das Associações Comerciais de cada município, atuando em ações que tenham por objetivo a luta pelas liberdades individuais, o apoio à livre iniciativa, a unidade da classe empresarial e a garantia da democracia e do desenvolvimento. Atualmente, mais de 420 Associações Comerciais integram a Facesp e lutam, juntas, pela bandeira do empreendedorismo.
 

ACIA adere campanha contra quantidade de imposto paga por brasileiros

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O Impostômetro que registra a quantidade de impostos recolhidos aos cofres públicos, registrará na próxima segunda feira, dia 29, a “inacreditável” marca de 1 trilhão de reais de impostos recolhidos no ano de 2015.

A Facesp – Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, através de seu presidente, Alencar Burti lançou uma campanha contra essa marca. “Vamos fazer uma ação para repercutir este fato em todas as nossas cidades! O slogan será “São Pedro... Socorro!!! #tachovendoimposto” A ação terá o tema de festa junina e utilizaremos os elementos para compor o cenário, com a discriminação dos impostos em cada produto”.

A Facesp também divulgará na segunda feira, um estudo do IBPT, que compara a queda do PIB com o aumento da carga tributária.

O presidente da ACIA, Cassio Jamil Ferreira ressalta que é dever da Associação lutar contra a exorbitante carga tributária no País. “O empresário brasileiro deve ser titulado de herói, pois conseguir administrar uma empresa em qualquer segmento com essa carga que chega a ser “desonesta” de impostos só para heróis mesmos”.

Cassio finaliza convocando os empresários e a população em geral para juntos protestar contra os impostos. “Não é só o empresário que é afetado, mas sim toda a população. Convido todos a protestar na segunda-feira em suas páginas nas redes sociais, o descontentamento do brasileiro”.


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Audiência Publica decide por manter horário da ZONA AZUL

Na noite da última quinta-feira, foi realizada no plenário da Câmara Municipal uma audiência publica para discutir o projeto de lei, de autoria do prefeito Poio Novaes, que determina que a Zona Azul seja cobrada de segunda à sexta-feira, das 9 às 18 horas, e aos sábados das 9 às 17 horas, os presentes rejeitaram a propositura.

A ACIA estava representada por seu presidente Cassio Jamil Ferreira e seu vice Angelo Marcusso, que se mostraram totalmente contrários ao projeto e apontaram o quanto ele é prejudicial ao consumidor e ao comércio local.

É importante ressaltar que mesmo com essa audiência o Projeto irá para votação em plenário, ainda sem data marcada.
 

IMPORTANTE: Acontece Hoje

A ACIA – Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Avaré, reforça que amanhã (QUINTA-FEIRA - dia 28 de maio), acontece a Audiência Pública que terá como pauta a análise do PROJETO DE LEI que visa a modificação da zona azul, estendendo seu horário, até as 18h00 durante a semana e aos sábados até as 17h00, para acompanhar o funcionamento do comércio avareense.

A audiência acontecerá no dia 28 de maio de 2015, às 20h00, no Plenário da Câmara de Vereadores, na Avenida Prefeito Misael Euphrásio Leal, nº 999.

Para que a análise da opinião do comércio avareense seja atendida existe a necessidade do comparecimento do maior número de associados possíveis.
 

 
 

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